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84.

O Fernando faz anos. 84. Sim, leram bem. Este Senhor faz 84 anos. Quem me dera a mim chegar lá com esta lucidez e capacidade de discernimento. De ensinar, de aprender, de orientar. De perguntar, de calar. De estar na fila da frente, de ‘ver a banda passar’.

O Fernando faz anos. É mais que obrigatório celebrar a vida. Agradecer todos os dias a partilha que tem connosco. Agradecer ter-nos escolhido para seus amigos, confidentes e companheiros de todas as coisas. Ser nosso amigo, também!

O Fernando faz anos. O Fernando que o país chama ‘Correia’, que tem total propriedade sobre todo o seu conhecimento, que ensinou tanta gente a gostar de futebol, que pintou tantas vezes as ondas da rádio, que se tornou a voz tão amiga e presente na casa de todos.

O Fernando faz anos. Os amigos tinham de lá estar. Mais que necessário, era importante. Por que precisamos de amizade e amor. Sempre. Mesmo aos 84 anos.

Longa vida, meu querido amigo.

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O caminho.

Aqui, por cima das nuvens, aqui onde poucos alcançam, está sol.
O sol teima em não me largar. Desde o início desta viagem. Como se se quisesse impor. Como se me quisesse lembrar que estava ali. Como que a dizer que, afinal, mesmo quando tudo está nublado, tremendamente escuro, com ‘cara de chuva’, ‘cara feia’ ou outra cara qualquer, ele está aqui.

O caminho. A verdade. A vida.

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#BEACTIVE (Cont.)

Somos a favor de uma vida saudável, potenciamos isso em nós. Mas, em toda a Europa, mais de metade da população nunca praticou qualquer actividade desportiva. São dados preocupantes do Eurobarómetro (2018) que nos fazem perceber que é urgente, muito urgente, mudar comportamentos. Afinal, são as pessoas da faixa etária dos 40-65 anos que vão ser as mais activas nos próximos 10-15 anos e precisam estar bem de saúde para que todas as suas pretenções sejam conseguidas e para que todos tenhamos mais capacidade de agir enquanto União e povo unido.

Na Comissão Europeia assumimos esse compromisso que, de resto, já temos há vários anos. O Programa #BEACTIVE tem 5 anos mas há muito, muito por fazer. Se todos fizerem a sua parte é absolutamente mais fácil. Tenho uma honra imensa de poder estar associada a esta iniciativa de carácter social.É a iniciativas como esta que estarei ligada sempre, por que é nestes momentos que o nosso contributo faz todo o sentido! Muito grata!

 

 

A comunicação é fundamental nesta iniciativa. Por isso, estivemos em directo no Twitter da Comissão Europeia para alertar para as boas práticas desportivas. Coisas simples tão simples que potenciam a nossa mobilidade como sair uma estação de metro mais cedo e fazer o restante caminho a pé, utilizar uma bola de pilates em vez da cadeira tradicional, no local de trabalho ou em casa (eu já não abdico desta opção e as minhas costas agradecem!) ou aproveitar o sol do fim do dia e sair para uma caminhada. Às vezes precisamos daquelas poucas coisas do supermercado, não é? Pode comprar na mercearia perto de casa? Óptimo, pare o carro e vá a pé. Vai ver que vale a pena!

 

 

Depois foi tempo de nos reunirmos, embaixadores e responsáveis dos vários países, para perceber o que juntos podemos fazer para incentivar à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos europeus.

 

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A Madeira é jardim

‘É a sua primeira vez na Madeira?’, perguntaram-me depois de aterrar. Eu ri-me. Era a 9ª vez no arquipélago.

Quando dei conta da ‘contabilidade’ fiz questão de dizer que tenho uma costela madeirense: Gosto do tempo, das pessoas, do bolo do caco, das lapas, das cracas, do maracujá-banana, dos outros cruzamentos todos… Nem sei que vos diga. Noutra vida vivi ali, não tenho qualquer dúvida. Este post vem com uma semana de atraso, depois dos World Travel Awards, os chamados óscares do turismo, que elegeram a Madeira como melhor destino insular e atribuíram 39 prémios a Portugal. Somo tão bonitos, tão bonitos caramba. O post vem com jetlag mas nunca, nunca é tarde para pensar na Madeira e sonhar com a próxima viagem. Ainda me falta ver taaaanta coisa!

 

   

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Parte 1.

Sabiam que 5 milhões e 300 mil portugueses utilizam as redes sociais? É mais de metade da população. Os dados não são meus, são da Markest, de Outubro de 2018. Muito recentes, portanto. Destes, mais de metade (60%) admite que também vê televisão no smartphone ou outros dispositivos móveis. São dados que têm especial importância para áreas da sociedade que lidam com a atenção e a confiança das pessoas, como é o caso da política. No entanto, os partidos não estão absolutamente conscientes desta realidade: o partido com mais seguidores é o PAN: Pessoas, Animais e Natureza com 157 mil likes no Facebook e 17,4 mil seguidores no Instagram.  É um número, ainda assim, residual para a quantidade de utilizadores. Há todo um mundo para explorar e, mais ainda, angariar. Falta, principalmente, estratégia.

É sobre este tema a minha tese de doutoramento. Ontem tive a imensa honra de apresentar metade do estudo na Assembleia da República. Sim, esta metade já valia por um todo por que o volume de matéria é muuuuito grande. Mas não chega. Quero ir mais além. Não chega. Ontem, foram 6 meses de trabalho esmiuçados em 15 minutos. É sempre assim, a regra é esta. Estou muito contente mas não totalmente satisfeita: É preciso continuar a trabalhar.

Tive o enorme privilégio de estar acompanhada por João Carlos Correia, da Universidade da Beira Interior, Filipe Resende, da Universidade Católica Portuguesa e fomos moderados por Felisbela Lopes, da Universidade do Minho, que, finalmente, conheci pessoalmente.

Antes de mim, também o João Reis, doutorado em Engenharia de Sistemas, e meu colega, falou de Inteligência Artificial na política. As fotografias são da nossa maravilhosa orientadora e amiga Paula do Espírito Santo que estava mais contente que nós. Temos todos imensa sorte.

 

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Sexta feira 31. Ou 13, sei lá.

Hoje, sexta feira… o fim de uma semana…. e o que acontece?

Entramos para estúdio. Microfone com cabo enrolado, não fica bem na camisola. Não segura, não endireita. Está certo. Siga.

Uma das lâmpadas faz uma flashada… fundiu-se. Trocar durante a emissão. Na troca, o Responsável Operacional fica ‘lesionado’ no dedo. Siga.

Em pouco tempo, vemos um dos operadores de câmara fugir… tinha acabado de entornar um copo de água (quase) por todo o corpo. Siga.

Auricular deixa de funcionar. Durante uma entrevista fazemos 30 por uma linha, para tentar rectificar mas… só depois. Mímica, muita mímica durante este tempo. Siga.

A meio da leitura de um pivôt, é o microfone que vai abaixo. O realizador lança a peça mais cedo, ninguém me ouvia. Siga.

Depois… segunda lâmpada a fundir. 4 homens para mudar uma lâmpada. Sem comentários.

Acabamos a emissão com oferta de uma cauda e umas orelhas de castor. Siga. Rimos e descansamos. Ninguém se enerva.

2a feira há mais. E somos uma grande equipa, fofos!