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A minha praia

 

Como é linda a minha praia. 9 Quilómetros da mais fina areia. Daquela que se cola na pele só de andar ou quando o vento mais forte a levanta.

Na minha praia há espaço. Ninguém se atropela, ninguém se incomoda, ninguém se preocupa muito se ao lado está uma pessoa mais ou menos fit, mais ou menos famosa. Aqui, as pessoas só querem aproveitar o sol, a companhia, o tempo. Do que não temos sempre, do que não nos permitem ter sempre, do que não conseguimos ter sempre.

Na minha praia há paz. Daquela que já não se compra e, às vezes, pouco se pratica. Daquela que precisamos fugir para encontrar, voar para encontrar. Às vezes só percebemos que há pessoas quando o riso das crianças interrompe o silêncio da sesta ou quando o vento traz o cheiro do protector solar. E sorrimos.

Na minha praia há abraços, risos e respirações profundas, de amigos que se encontram, que se amam e sabem que, no matter what, vamos estar sempre ali. Vamos ter sempre aquela praia. E que ali… está sempre tudo bem. Foi ela quem nos juntou.

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#BEACTIVE (Cont.)

Somos a favor de uma vida saudável, potenciamos isso em nós. Mas, em toda a Europa, mais de metade da população nunca praticou qualquer actividade desportiva. São dados preocupantes do Eurobarómetro (2018) que nos fazem perceber que é urgente, muito urgente, mudar comportamentos. Afinal, são as pessoas da faixa etária dos 40-65 anos que vão ser as mais activas nos próximos 10-15 anos e precisam estar bem de saúde para que todas as suas pretenções sejam conseguidas e para que todos tenhamos mais capacidade de agir enquanto União e povo unido.

Na Comissão Europeia assumimos esse compromisso que, de resto, já temos há vários anos. O Programa #BEACTIVE tem 5 anos mas há muito, muito por fazer. Se todos fizerem a sua parte é absolutamente mais fácil. Tenho uma honra imensa de poder estar associada a esta iniciativa de carácter social.É a iniciativas como esta que estarei ligada sempre, por que é nestes momentos que o nosso contributo faz todo o sentido! Muito grata!

 

 

A comunicação é fundamental nesta iniciativa. Por isso, estivemos em directo no Twitter da Comissão Europeia para alertar para as boas práticas desportivas. Coisas simples tão simples que potenciam a nossa mobilidade como sair uma estação de metro mais cedo e fazer o restante caminho a pé, utilizar uma bola de pilates em vez da cadeira tradicional, no local de trabalho ou em casa (eu já não abdico desta opção e as minhas costas agradecem!) ou aproveitar o sol do fim do dia e sair para uma caminhada. Às vezes precisamos daquelas poucas coisas do supermercado, não é? Pode comprar na mercearia perto de casa? Óptimo, pare o carro e vá a pé. Vai ver que vale a pena!

 

 

Depois foi tempo de nos reunirmos, embaixadores e responsáveis dos vários países, para perceber o que juntos podemos fazer para incentivar à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos europeus.

 

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Parte 1.

Sabiam que 5 milhões e 300 mil portugueses utilizam as redes sociais? É mais de metade da população. Os dados não são meus, são da Markest, de Outubro de 2018. Muito recentes, portanto. Destes, mais de metade (60%) admite que também vê televisão no smartphone ou outros dispositivos móveis. São dados que têm especial importância para áreas da sociedade que lidam com a atenção e a confiança das pessoas, como é o caso da política. No entanto, os partidos não estão absolutamente conscientes desta realidade: o partido com mais seguidores é o PAN: Pessoas, Animais e Natureza com 157 mil likes no Facebook e 17,4 mil seguidores no Instagram.  É um número, ainda assim, residual para a quantidade de utilizadores. Há todo um mundo para explorar e, mais ainda, angariar. Falta, principalmente, estratégia.

É sobre este tema a minha tese de doutoramento. Ontem tive a imensa honra de apresentar metade do estudo na Assembleia da República. Sim, esta metade já valia por um todo por que o volume de matéria é muuuuito grande. Mas não chega. Quero ir mais além. Não chega. Ontem, foram 6 meses de trabalho esmiuçados em 15 minutos. É sempre assim, a regra é esta. Estou muito contente mas não totalmente satisfeita: É preciso continuar a trabalhar.

Tive o enorme privilégio de estar acompanhada por João Carlos Correia, da Universidade da Beira Interior, Filipe Resende, da Universidade Católica Portuguesa e fomos moderados por Felisbela Lopes, da Universidade do Minho, que, finalmente, conheci pessoalmente.

Antes de mim, também o João Reis, doutorado em Engenharia de Sistemas, e meu colega, falou de Inteligência Artificial na política. As fotografias são da nossa maravilhosa orientadora e amiga Paula do Espírito Santo que estava mais contente que nós. Temos todos imensa sorte.

 

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Sexta feira 31. Ou 13, sei lá.

Hoje, sexta feira… o fim de uma semana…. e o que acontece?

Entramos para estúdio. Microfone com cabo enrolado, não fica bem na camisola. Não segura, não endireita. Está certo. Siga.

Uma das lâmpadas faz uma flashada… fundiu-se. Trocar durante a emissão. Na troca, o Responsável Operacional fica ‘lesionado’ no dedo. Siga.

Em pouco tempo, vemos um dos operadores de câmara fugir… tinha acabado de entornar um copo de água (quase) por todo o corpo. Siga.

Auricular deixa de funcionar. Durante uma entrevista fazemos 30 por uma linha, para tentar rectificar mas… só depois. Mímica, muita mímica durante este tempo. Siga.

A meio da leitura de um pivôt, é o microfone que vai abaixo. O realizador lança a peça mais cedo, ninguém me ouvia. Siga.

Depois… segunda lâmpada a fundir. 4 homens para mudar uma lâmpada. Sem comentários.

Acabamos a emissão com oferta de uma cauda e umas orelhas de castor. Siga. Rimos e descansamos. Ninguém se enerva.

2a feira há mais. E somos uma grande equipa, fofos!